18/02/10

Acho XII

"Kate e Gerry classificaram de “falsa e malévola” a forma como os envolveram no desaparecimento da filha" (foto de Miguel Manso, Público)

Estou farta desta gente e desta saga que não nos larga. Acho que devíamos ter vergonha de advogar a liberdade de expressão e decidir assim.

6 comentários:

fugidia disse...

A dificuldade, GJ, pode resumir-se simplisticamente a isto: como delinear claramente (ui...) onde terminam os meus direitos e começam os dos outros?
Nada fácil para quem faz a lei; pior para quem a quer respeitar ou para quem tem de a aplicar.

Bom fim-de-semana :-)

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Estranhamente, permanece o silêncio daqueles que há dias se revoltaram contra a falta de liberdade de expressão por causa de uma conversa de "diz que disse"...
Bom fds

bacouca disse...

GJ
Eu não "aguento" este casal e fiquei fula com a decisão do tribunal. Uma vergonha!
Beijo

Luísa disse...

Faço minhas as palavras da Fugi, GJ. De resto, não comprei, nem li o livro e não sei, portanto, o que afirma, insinua ou comprova. Mas que toda esta história tem um cheirinho muito desagradável, com política à mistura, tem. :-S

vbm disse...

Mas era interessante
descobrir a verdade,
o que aconteceu
e está a acontecer.

Houvesse por aí um Sherlock Holmes...

Austeriana disse...

GJ,
Em relação ao casal, o que sempre me pareceu absolutamente extraordinário foi e é a disponibilidade mental, física e financeira investida neste caso contra o inspector. Avalio-a por mim: é que não conseguindo sequer imaginar a dor e a angustia de ter um familiar desaparecido, tenho, pelo menos, a certeza que me estaria completamente a borrifar para o livro publicado. A minha energia seria toda investida na procura de meios e de esforços para encontrar o/a desaparecido/a.
Por outro lado, também me parece lastimável que alguém queira ganhar dinheiro à custa de uma tragédia como esta. Só entenderia a publicação do livro se esta questão não acompanhasse a divulgação da obra e se não existissem dúvidas sobre a culpabilidade dos pais. Como não li o livro, não sei se o que lá aparece esclarece, de forma inequívoca, este assunto.