04/03/10

Newseum


Não conhecia e fiquei encantada. O que os tempos mudaram num quarto de século mais coisa menos coisa. A maravilha que teria sido quando vivi fora do país entre 1978 e 1986, poder ler os jornais portugueses sem ter de esperar pelo avião semanal ou poder visitar um museu qualquer online. Uma época em que as comunicações eram dificeis e caras por telefone, os jornais levavam tempo a chegar e a televisão raramente se lembrava de Portugal. Curiosamente, estivesse eu fora do país neste momento, acho que não me sentiria atraída pelas notícias da minha terra. Sabe-se lá porquê? "Come here and be there" é um slogan que eu gostaria de ter criado. Vá-se lá saber porquê?

8 comentários:

bacouca disse...

GJ
Também lá estive em 90 e não havia.
Sabe que eu, felizmente, sempre que mudo ou mudei de sítio aproveitei ao máximo. Aos 17 anos "perdi" a minha "terra" e tive a noção que seria para sempre. Portanto passei a ser uma cidadã do mundo!
Estou sempre com a mala pronta...!
Beijinho

Luísa disse...

Também pressinto, GJ, que uma certa espera de notícias acirrava as saudades. E a falta delas – no pressuposto de que «no news is good news» - garantia algum optimismo. Acho que hoje, sabendo-se tudo o que é e não é, e na própria hora, se anda mais assustado. E as saudades, se existem, são dos tempos de uma maior parcimónia e mansidão noticiosa. :-)

Mike disse...

Hum... soa bem o slogan. Mas passados tantos anos, continuo a embirrar com essa palavra (slogan). Vá-se lá saber porquê! ;)
(Quer dizer, eu sei mas não me apetece dizer... dava pano para mangas... risos) :))

vbm disse...

.

«Come here and be there!»

Muito poético
este slogan.

E pessoano,
também.

:)

GJ disse...

Malas prontas é comigo, Bacouca. Nem que seja para ir a Bucelas... :)

GJ disse...

Bom, ó colega, o que eu quero saber é se o tecido já foi cortado.(risos)

GJ disse...

Luísa, também penso que sim parcimónia das notícias é a palavra certa. Hoje tudo é notícia e as pessoas habituaram-se a ler títulos em vez de notícias.

GJ disse...

Verdade, Vasco. É pessoano. :)