Mars 2020 Perseverance rover
Há 1 semana
Eu sei que o tema está a ficar cansativo, mas esta história do Zézito e do tio pai do primo que foi estudar para a China e que só regressa daqui a um ano não podia ficar em branco. Tanto mais Zézito, porque ao pé do seu tio ninguém lhe faz mal! Não é Manela?
O Guga faz hoje um ano e já começa a querer jogar com a bola que o pai, ferrenho portista do "fêcêpê" lhe comprou no dia em que ele nasceu. Eu até penso que o pai tendo a certeza que o filho iria gostar de futebol, há muito que já tinha guardada aquela bola assinada pelos jogadores da sua equipa. No dia em que o Guga nasceu, o pai refeito da proeza e do susto, fez duas coisas: registou-o na conservatória e inscreveu-o como sócio do FCP. Hoje deve receber as chuteiras porque o fato ele já tem. O Guga tem por outro lado uma mãe que tenta que o filho goste de flores e música e cheiro de hortelã. A música não tem problema porque o pai também é conhecedor nessas artes, agora as flores e o cheiro a hortelã deve ser mais difícil de aceitar. Ainda se fosse o cheiro da SuperBock... vá que não vá!
Claro que a Angelina Jolie não se enganou a vestir o vestido. O decote ficou muito mais interessante, a tatuagem pode ser vista e imagino que as partes traseiras estão melhores que as dianteiras nesta fase a seguir ao parto. Rapariga esperta!
Um dia destes fui avó! Pensava eu, que tinha esquecido muita coisa, o que é verdade, a primeira fralda mudada ficou de pernas para o ar, mas a memória rapidamente devolveu um conjunto de lembranças diferentes. Imagino que os sentimentos vêm depois, à medida que netos e avós se revelam mutuamente.
retribuir um dia, se possível. Dizem-me que uma nova mãe nascerá em mim, e não sei se será assim, se um neto é a extensão de um filho. De qualquer forma os filhos nunca permitem que deixemos de ser mães em permanência. As mães não têm tempo, as mães não renascem porque não morrem, elas são eternas. E esta constatação é muito boa mas também perigosa, porque nos responsabiliza, mesmo que à distância e por via indirecta, pelos actos ou acções que os nossos filhos e filhas, possam ter ou fazer, durante uma vida. E é também por isso, que a responsabilidade da educação, da protecção, ou da punição nunca termina. E para uma mãe, mesmo quando eles são adultos, a tarefa nunca está acabada, vai-se completando conforme as fases da vida dos seus rebentos. Uma mãe vive, mesmo que não queira, os desaires e as vitórias dos filhos, uma mãe perdoa para além de esquecer, e esquece o que não devia ter perdoado.
Ouvi há dias num canal de televisão que 2009 é o ano do chimpanzé, e esta notícia vinha a propósito do falecimento do nosso português e da chegada do novo habitante vindo da Suécia. Eu pensava que já tínhamos macacos que chegassem, mas também é verdade que um "chimpan- zé" sueco sempre é uma atracção no Jardim Zoológico da capital portuguesa.
"Eu sou de uma geração em que não havia estatísticas porque essa era a melhor forma de esconder o estado do país. Eu sou de uma geração que exige a medição!"(José Sócrates)