23/11/09
21/11/09
Blog Instigante
A Austeriana atribuiu-me este selo de reconhecimento. Considerar que nesta casa se aprende sempre alguma coisa é mais do que eu poderia esperar. De vez em quando eu já acharia bom. Fico muito sensibilizada e tenho de admitir que já estou inchada de peneiras. Muito obrigada!Como este prémio visa distinguir e passo a citar os «Blogs que, além da assiduidade das postagens e do esmero com que são feitos, nos provocam a necessidade de reflectir, questionar, aprender e – sobretudo – que instigam almas e mentes à procura de conhecimento e sabedoria.», vou passar aos que fazem parte do meu percurso blogueiro, aqueles onde tenho aprendido a reflectir e a partilhar e que são sempre instigantes.
Bicho-Carpinteiro (Aust), Nocturno (Luísa), Ares da Minha Graça (Patti), Catharsis (Ana Paula)
De si para si (Si), Delito de Opinião (Pedro Correia e al), Crónicas do Rochedo (Carlos)
Outros Lugares (Ricardo AA), Blog Experimental (Vasco), Porta do Vento ( Ana e al)
Desconversa (Mike), Esconderijo (Fugidia), Cronicas da Teresa (Teresa)
Sabor de Maboque (Dulce), Cantinho da Luzcia (Luz), Inquietações (Lisa),
A Barbearia do Senhor (Luís), Ma-Schamba (JPT).
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20/11/09
O teste da barata
Natalia ColectionAndam para aí umas pessoas com trolhas emprestados e com pronúncia do norte , mais aqueles que apresentam descaradas campanhas de marketing. Assim não dá! Proponho com este teste da barata, que me digam o que devo fazer.
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Just perfect
Obrigada ao RAA que me considera "just perfect". E eu toda vaidosa renomeio quem me nomeou, e devolvo aos amigos que me têm proporcionado momentos vip e de grande calibre. Obrigada a todos e porque eles sabem quem são, deixo aqui o convite para passarem a corrente.
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16/11/09
Entre custo e investimento
Hoje perguntaram-me porque é que as nossas ideias nunca funcionam, enquanto outros as implementam. Regressada do Brasil eu tenho a resposta. Não funcionam porque não vamos aos lugares conhecer o local. Integrados numa politica de globalização acreditamos que as ideias se colocam da mesma forma em todos os lugares e que se copiam a papel químico. Não é verdade, eu própria já ensinei muita gente a acreditar comigo que os produtos se podem vender transversalmente em qualquer lado desde que sejam ao mesmo segmento. A ideia de adaptar localmente ou de utilizar outsourcing para realizar tarefas ou funções que do outro lado do atlântico funcionam de forma diferente é uma realidade necessária. O que leva muitas empresas pequenas a não internacionalizar não é a sua dimensão, mas sim a dimensão das ideias dos responsáveis e dirigentes que as administram. Uma, duas, três, e as necessárias visitas a um potencial mercado ou parceiro não é um custo, é investimento. O mal da maioria das empresas portuguesas é que os custos se tornaram de tal forma o motivo do dia a dia, que tudo é considerado um esbanjamento de recursos. Podemos dar toda a formação a dirigentes, funcionários, colaboradores, alunos e outros, mas ela nunca sairá do papel se apenas o fizermos na sala de aula. Podemos convidar milhões de palestrantes mas se não conhecermos a realidade local não funcionará. Podemos chamar muita música e governante mas a fanfarra só fica no ouvido se compreendermos a letra da canção e o motivo que a gerou. Cantarolar todos o podemos fazer, agora explicar a letra da canção é que é mais complicado se não falarmos a mesma língua. Assim, pelo menos uma vez na vida talvez fosse bom pensar no investimento, deixar a contenção de custos de lado e olhar para o velho Canfield que apesar de ser de uma área paralela, foi motor e incentivo para muita equipa de venda de ideias e conceitos logo a seguir à crise financeira dos anos 30.
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Sabor de Maboque
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