31/12/09
30/12/09
29/12/09
O filme e a minha neta
A minha neta Francisca faz hoje um ano. Este é um filme da sua geração. Sons e imagens que induzem sentimentos e acções. Um turbilhão de hipóteses imaginárias ou possiveis conforme o tempo a que se referem. Ao contrário da geração da avó que vivia da fantasia sonhada e das imagens do quotidiano alavancadas, esta é a geração em que tudo lhes parece possivel. Uma excelente combinação de imaginário, ciência, produção, arte, fantasia, aspiração e um mundo à sua frente.
AVATAR - Leona Lewis ( I See You )
AVATAR - Leona Lewis ( I See You )
Etiquetas:
músicas e filmes
Nem só de expansão vive o homem
O Corte Inglés instalou-se no Outlet de Vila do Conde. Nada a assinalar se não fossem as condições inacreditáveis com que se debruçam as pessoas que trabalham no local de pagamento. Os senhores que conceberam o espaço não pensaram que naquele sitio iriam estar funcionárias durante o seu período laboral sem qualquer condição de trabalho e clientes que apesar da barateza das compras teriam de apanhar com o frio e o vento nas trombas. Se fosse em Espanha imagino que não teria sido aprovado, mas aqui tudo passa e não passa nada. O cliente refila, paga e desaparece para voltar a manifestar-se na próxima visita. O funcionário trabalha porque tem de ser e cala porque não tem remédio e é aqui que se manifesta a prepotência dos que se instalam no país dos outros, utilizam a mão de obra que não abre a boca e que ainda tem de se sentir contente porque tem emprego e ganha mais um pouco. Pergunto eu, se não seria tempo das inspecções de trabalho e quejandos estarem atentas a estas situações? Na minha opinião, um escândalo mesmo que pequeno comparado a outros que por aí possam andar. E mesmo que a economia se regozija com a iniciativa, é por estas e por outras, que é cada vez mais difícil não sentir o peso da responsabilidade social.
Etiquetas:
responsabilidade social
Comprar e vender
Os números podem ser apresentados de muitas formas. Neste caso, fica bem mostrar que os portugueses estão confiantes no futuro. As estatísticas revelam que este ano os portugueses compraram mais que no ano anterior. Quer dizer, os portugueses compraram mais, endividaram-se mais, viajaram mais, comeram mais e o cidadão normal não entende. Não entende que numa época de contenção global em que tudo é de dimensão universal haja cidadãos que num canto da Europa lhes parece normal e natural gastar, consumir, desperdiçar. São tempos estranhos que passam por Portugal, mas que contribuem para animar a vidinha e dar ânimo a quem passa 60 horas a trabalhar atrás do balcão!
28/12/09
Subscrever:
Mensagens (Atom)


