30/01/12

Good-Madness à segunda-feira!


Joe Bonamassa - Sloe gin @ Royal Albert Hall

24/01/12

...open up your mind...


Jason Mraz - I'm Yours (Live On Earth Single Video)

18/01/12

Doce família

Para começo de ano não está mal. O rapaz mais velho, pai de dois filhos, anunciou que casa este Verão. O rapaz mais novo será pai por altura da Páscoa. A rapariga mais nova conclui estudos em Londres e terá a "Graduation" em Outubro, nova fase se adivinha. E a mais velha das raparigas, sempre competitiva, participa na Maratona de Geneve em Abril.
O Senhor Jóia regressou  ao blog de forma compulsiva e eu voltei ao Pilates com mais entusiasmo. Com este ritmo até a austeridade nos parece mais doce com ou sem natas pelo caminho.

26/12/11

Azáfama do dia 26

Passado o bacalhau e o peru, vejo-me às oito e trinta a dar os bons dias a uma catrefa de exames de rotina. Seis horas de jejum se faz favor, que isto não é para malandros. E como quem não quer a coisa, foi rápido e bem sucedido. Ninguém estava com vontade de ir ao hospital e até o parque de estacionamento se encontrava ao dispor. Feito isto, uma visita ao aeroporto para levar a primeira a partir. De seguida, uma corrida ao shopping para as trocas da praxe. O parque de estacionamento indicava 400 e qualquer coisa de lugares no piso -1. Aleluia! Não foi uma má ideia ter os exames bem cedo. Pelo caminho comprei o livro que me faltava: "Antes de dizer Adeus" de David Servan Schreiber porque de vez em quando ainda tenho necessidade de me isolar com o meu cancro. No livro recordei, que quando o cancro entra na nossa vida, devemos ser humildes e dar-lhe atenção. E abrandar...
Ainda dei um salto ao cabeleireiro, coisa idiota para quem logo a seguir se passeou à beira-mar com o Senhor Jóia. Enfim, o mar enrola na areia, só pode!

23/12/11

Feliz Natal


jazz christmas

21/12/11

Avó e Netos


O mar enrola na areia - Jorge Palma

20/12/11

La valise

Nunca as economias se desenvolveram por decreto-lei ou ordem dos dirigentes. Emigrar sob coacção será difícil, emigrar por devoção pouco provável e ser um cidadão global ainda menos. Este sonho que não era nosso mas de meia dúzia e que nunca soubemos abraçar está a chegar ao fim. Portugal atinge, hoje, níveis de desenvolvimento irrisórios comparado com os outros parceiros europeus e os seus cidadãos continuam num patamar de conhecimento muito abaixo do esperado. A minoria com capacidade para trabalhar no estrangeiro são os de sempre: as abas. Por um lado, os que têm elevadas capacidades económicas e profissionais e por outro os que têm a capacidade de fazer os trabalhos que os locais não querem. No meio estão aqueles que verdadeiramente não têm escolha: a classe média. E são esses, que os nossos dirigentes se atrevem a sugerir que partam em busca de uma vida melhor. É preciso ter lata!