11/07/13

Sem exemplo


O que me espanta, é termos pensado que Cavaco Silva ia decidir alguma coisa!

10/07/13

For No One / Anne Sofie von Otter



Visto aqui.

09/07/13

Gisela | Antigamente

08/07/13

23 anos! Já?


Mariana faz hoje 23 anos. Primeiro foi uma menina magrinha e frágil, todos a consideravam a bebé. Lourita, cabelo semi ondulado, meiguinha. Foi crescendo, acompanhava-nos, aos pais, para todo o lado, era a mais nova. Os mais velhos já eram autónomos e ela também queria ser. Cresceu depressa, ficou mulher, alta para os padrões familiares, diferente dos outros, mais loura, agora com a ajuda da tinta. Aos dezoito voou para Londres, estudou e terminou com classificação elevada. Orgulho de mãe galinha e pai babado, viajou pela Ásia e veio o chamamento de Portugal.Um ano em Lisboa até o passo seguinte a chamar, outra vez, para longe. Duas ofertas aliciantes, uma no Reino Unido, outra em Singapura e está indecisa. E nós familiares galinhas desejamos que escolha a que fica mais perto. Não estou certa que o efeito viajar não tenha um peso maior, mas estou convicta que vai saber decidir o que julga ser o melhor para ela em primeiro lugar, mesmo que a distância lhe roube a nossa companhia. Mariana, menina grande que para esta mãe irá continuar a ser a bebé por muito mais tempo. Parabéns, menina bonita!

07/07/13

Por meia dúzia de milhões de euros

Eu sei que não se fomentava o direito à felicidade, mas uma ou outra hora a mais nas escolas fará, assim, tanto mal às crianças e adolescentes?
Estou naquela idade em que a frase - no meu tempo... - nos morde a língua, mas que dá muita vontade de dizer. Eu também sei, que sair das aulas às 18 horas e entrar às 8 ou ter aulas ao sábado de manhã, como acontecia antigamente, não dava o mesmo tempo para actividades complementares e de lazer. No entanto, pergunto: terei ficado com problemas psicológicos, falta de visão, com menos felicidade, com menos escolhas a não ser as dedicadas ao desporto? Será, que poderia ter sido uma melhor pessoa adulta?
Pertenço à geração dos menos tonificados na adolescência, é verdade, mas nem por isso terei ficado na prateleira. Vejo as crianças com actividades em catadupa para preencher os tempos livres, pais aflitos com a gestão do tempo dos filhos, gente que, tendo tantas experiências e hipóteses de escolha, entram e saem delas sem ter tempo de aquecer o lugar da escolha, adolescentes que habituados a estar ocupados por actividades escolhidas por outros, se fartam, se cansam e chegam à idade adulta sem interesse e apenas com fastio. Vejo, gente demasiado empenhada em proporcionar a ideia de felicidade sem nunca a atingir. E pergunto, deverão estas crianças ter tempo a mais para o lazer e menos para o trabalho, como aspiração e tendência dos adultos da geração dos seus pais? Deverão ter no início mais trabalho para poderem escolher mais lazer no futuro? Ou, será que devem ter mais ocupação na escola e menos trabalho escolar em casa? São questões que não posso deixar de colocar, quando  se debate uma hora a menos nas escolas e que, segundo alguns, apenas representa uma redução de meia dúzia de milhões de euros.

Escolha retro





O meu filho Bruno, o tal de médico, bem foi dizendo durante o Inverno: "não é com saladas, Pilates e caminhadas que vais perder peso! Tens de te enfiar no ginásio para queimar calorias!"
Chegou o Verão a sério e, verdade seja, que a escolha tirou-me do sério. Então, fiz aquele diálogo interior que nós mulheres sabemos qual é, e preparei-me para o que desse e viesse. Desse, digo bem, porque na realidade, pouco dá, serve. As duas peças só de lingerie e, para ser franca há já vários anos, que é a única forma de me assentarem que nem Victoria Secret. A peça, única, fantástica e irreversível parece um saco de batatas, mas eis que este ano apareceu a versão retro. Et voilá, homens e mulheres da minha praia, que as crianças não contam, aqui vou eu, que o tempo pede e o corpo também. Boa praia!

06/07/13

Calores

Está muito calor e quando o meu potencial genro chegar com a minha filha Sofia, o Senhor Jóia que ainda não o conhece, vai fumegar. Não, que ele não goste dos namorados das filhas, mas é que desta vez, o rapaz é mais velho, tem a vida estabilizada e organizada, é francês e vai dormir no mesmo quarto. O Senhor Jóia, diz que no andar de cima, nada sabe do que se passa no de baixo. Tretas! Ele vai andar a inspeccionar o coitado do francês e a matraqueá-lo com perguntas. A minha filha Sofia, deve ter mesmo vontade, vontadinha de casar com este rapaz, caso contrário, mantinha-o lá por terras da Suíça, muito quentinho sem o trazer à avaliação paterna. Eu que já o conheço, quer dizer, aos dois ou melhor aos três, o pai, a filha e o genro em perspectiva, acho que vai tudo correr bem. Nada que um bom jantar e um serão à volta do luar não resolvam. Logo direi como tudo aconteceu:)