Agustina Bessa-Luís pertence à classe dos príncipes e princesas que não nasceram dentro da corte. Nascida em Vila Meã, de alma portuguesa, coração portuense e tendo "a língua portuguesa como Pátria", é uma das escritoras que melhor conhece o mundo de Manoel de Oliveira, do português e dos portugueses e da burguesia portuense passada e presente. Do jardim da sua casa com vista para o Douro e antes que seja tarde, a leitura do "Os Meninos de Ouro" está na ordem do dia.
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29/06/08
Antes que seja tarde Agustina
Agustina Bessa-Luís pertence à classe dos príncipes e princesas que não nasceram dentro da corte. Nascida em Vila Meã, de alma portuguesa, coração portuense e tendo "a língua portuguesa como Pátria", é uma das escritoras que melhor conhece o mundo de Manoel de Oliveira, do português e dos portugueses e da burguesia portuense passada e presente. Do jardim da sua casa com vista para o Douro e antes que seja tarde, a leitura do "Os Meninos de Ouro" está na ordem do dia.
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Manoel causa e efeito
Manoel de Oliveira entrevistado há dias sobre a proximidade da comemoração de um século de vida, dizia na sua habitual ironia "imagino que as pessoas estejam mais interessadas nos meus 100 anos que nos meus filmes". É o mais idoso realizador internacional no activo, para além do mais, é português e portuense. Continua à espera de receber os direitos de autor relativos ao seu primeiro filme "Aniki-Bóbó" por questões da burocracia de uma antiga lei salazarista. Um escândalo que esperemos se resolva a tempo.Manoel de Oliveira mal compreendido no seu tempo, nem bem nem mal amado pelos portugueses, reconhecido internacionalmente, mais um portuense que sabe que não é sapo mas a quem falta o beijo para ser príncipe.
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Os 50 anos da Rosa
Um destaque para a primeira representante e embaixadora do desporto nacional, no pós 25 de Abril. Rosa Mota faz hoje 50 anos e continua a ser a mesma pessoa que "em criança corria pelas vielas da Foz para fugir ao medo do escuro". Iniciou a sua carreira desportiva graças à sua determinação, ao seu entusiasmo, à sua garra e ao seu amor pelo desporto, "a nossa Rosinha" como o povo lhe chama, tem-nos enchido de orgulho ao longo destes anos, primeiro pelas medalhas e a seguir pela sua escondida faceta filantrópica. Parabéns Rosa!
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