Impressionante, as voltas da vida e os estragos do tempo.
O marketing faz milagres mas "the magic is on the product" (Bill Bernbach). :)
Absolutamente,RAA. É impressionante o que se faz e o que outros fazem de si próprios.Mike, a frase para ser sempre recordada! A magia está no produto sim mas alguém tem de o criar ou descobrir e o resto já sabemos. Entre muitas variavéis a mais difícil: distribuição. Neste caso distribuição de emoções e percepções.:)
Touché! ;)
The same! :)
Houve antes um caso quase igual, há um ou dois anos: Paul Potts , um vendedor de telemóveis tímido, feio e insignificante, que de repente abre a boca e deixa sair uma Nessun Dorma digna das melhores escolas do canto lírico (procurem no youtube, vale a pena). Congelou os sorrisos condescendentes, meio trocistas, de um júri à espera de uma prestação tão patética como a figura que tinha à sua frente.Susan Boyle é o mesmo modelo de surpresa e de "lição". Se são produtos de marketing não faço ideia - é bem possível - mas lá que cumprem a sua função, isso cumprem: a de nos fazer engolir em seco os preconceitos e os estereótipos com que nos formataram.
Eu conheço o Paul Potts. Aliás ele vai estar em Lisboa brevemente.Estou de acordo que cumprem a função de não deixar morrer sonhos e de dar aos outros um murro no estômago. Só não gosto da campanha mediática que se segue, porque se faz das pessoas simples um circo, apesar de ser também essa "a magia do produto".
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7 comentários:
Impressionante, as voltas da vida e os estragos do tempo.
O marketing faz milagres mas "the magic is on the product" (Bill Bernbach). :)
Absolutamente,RAA. É impressionante o que se faz e o que outros fazem de si próprios.
Mike, a frase para ser sempre recordada!
A magia está no produto sim mas alguém tem de o criar ou descobrir e o resto já sabemos. Entre muitas variavéis a mais difícil: distribuição. Neste caso distribuição de emoções e percepções.:)
Touché! ;)
The same! :)
Houve antes um caso quase igual, há um ou dois anos: Paul Potts , um vendedor de telemóveis tímido, feio e insignificante, que de repente abre a boca e deixa sair uma Nessun Dorma digna das melhores escolas do canto lírico (procurem no youtube, vale a pena). Congelou os sorrisos condescendentes, meio trocistas, de um júri à espera de uma prestação tão patética como a figura que tinha à sua frente.
Susan Boyle é o mesmo modelo de surpresa e de "lição". Se são produtos de marketing não faço ideia - é bem possível - mas lá que cumprem a sua função, isso cumprem: a de nos fazer engolir em seco os preconceitos e os estereótipos com que nos formataram.
Eu conheço o Paul Potts. Aliás ele vai estar em Lisboa brevemente.
Estou de acordo que cumprem a função de não deixar morrer sonhos e de dar aos outros um murro no estômago. Só não gosto da campanha mediática que se segue, porque se faz das pessoas simples um circo, apesar de ser também essa "a magia do produto".
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