Mostrar mensagens com a etiqueta Jóias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jóias. Mostrar todas as mensagens

08/07/08

Os 18 anos da Jóia

Porta jóias de "recuerdos"

Eu, as jóias e o sonho

Jóias que não dispenso

02/06/08

Yves Saint Laurent sobre a Moda e as Mulheres

"PARIS (AFP) — Yves Saint Laurent tinha uma visão muito particular da elegância, da moda e das mulheres, que dava sentido a sua arte. Estas são algumas de suas declarações publicadas pela imprensa a partir de 1958.
MODA:
"A silhueta do corpo conta acima de tudo. Jamais se deve sobrecarregar, não se deve fantasiar muito, isso prejudica o estado de graça tão buscado".
"O negro é meu refúgio, o negro é um traço sobre uma página em branco".
"Não se pode apegar às modas e acreditar demais nelas, ou seja, se deixar levar. É preciso olhar cada moda com humor, superá-las, acreditar o bastante para dar a impressão de que é vivida, mas não muito para poder conservar a liberdade".
"Conto quase sempre a mesma história... Amo acima de tudo o rigor, a seriedade, a beleza do clássico. Mas minha fantasia, meus dotes imaginativos muito pronunciados me fazem ir algumas vezes para o barroco, a singularidade..."
"A elegância não seria o esquecimento total do que se usa?"

AS MULHERES:
"Encontrei meu estilo através das mulheres. O que faz a vitalidade e a força é que me apoio em um corpo de mulher".
"Uma mulher que não encontrou seu estilo, que não se sente à vontade em sua roupa, que não vive de acordo com ela, é uma mulher doente. Não está segura de si mesma e nào oferece nenhuma das características que determinam a felicidade".
"Para estar bela basta que a mulher use um pulôver negro, uma saia negra e esteja de braço dado com o homem que ama".
"Nada é mais belo que um corpo nu. A roupa mais bonita para vestir uma mulher são os braços do homem que ela ama. Para as que não tiveram essa felicidade, qui estou eu." Yves Saint Laurent tinha uma visão muito particular da elegância, da moda e das mulheres, que dava sentido a sua arte. Estas são algumas de suas declarações publicadas pela imprensa a partir de 1958.

04/05/08

Louis Armstrong

O homem, o músico e a estátua, em New Orleans.

03/04/08

A Arte, a Bela e o Morcon


As noites televisivas de sábado não têm nada que se veja. Imagino que as grelhas de audiências ditam que a malta foi ao hiper e ficou pelo shop, foi ao cinema do shopping, foi jantar a sítios cool e saiu para a movida das cidades. Pelo caminho ficam aqueles que entre o livro e a madrugada, gostariam de ver qualquer coisa que distraia sem ter de pagar um extra ao cabo. Ficamos com Serralves Fora de Horas .
Júlio Machado Vaz e Ana Mesquita excelentes comunicadores no ambiente requintado de Serralves. A arte, o murcon e a bela mulher. O tema, o chá e as torradas numa peça sem palavras.

27/03/08

Formação Intrablogue

As mulheres que desdenham das outras mulheres por se acharem mais inteligentes e iguais aos homens, a curto prazo são apanhadas nas malhas masculinas fornecendo, voluntariamente, as informações ou os registos, que os homens, propositadamente, armadilharam para seu belo prazer. Estas inteligentes passaram a tourear ao sabor do "inteligente", e até se vestem de veludo se for necessário, ou de cabedal e chicote se eles o entenderem. Com o tempo, as mulheres armadas em homens são pessoas pouco respeitadas e rejeitadas, apesar de no início terem conseguido fazer "gato sapato", com aquelas que elas consideram umas galinhas e outras coisas tal.
Este mundo homem- mulher do qual as "gato sapato" não se libertam tem tudo a ver com as inteligentes, artistas de polichinelo com aspirações a estrelas de cinema. Como aspirantes, estas mulheres encarnam personagens que são o gosto do seu dia a dia. Personagens vitimas de extremos bipolares, elas roubam o intelecto de passagem e levam de passagem o animal escondido nas malhas da vestimenta - são as mulheres intrablogue. Elas saem e entram de blogue em blogue, fazem graça aqui, piada acolá, sempre iludidas pela sua sábia superioridade. Neste intrablogue elas são toureadas e terminam como as chocas a sair lentamente, pacificamente atrás do touro do momento.
E se o touro morre cansado da faena, as chocas continuam à espera do próximo touro, do vedetismo final e da obrigação de saírem à praça e serem as jóias da tourada seguinte. Sem elas, os touros não poderiam mostrar a sua superioridade e sem eles também elas, não podiam imaginar-se superiores às sua colegas de turma.

03/03/08

...joaninha voa, voa...

"...joaninha voa voa que o teu pai foi pr'a Lisboa..."
E joaninha voou! Joaninha voou para onde estava o mundo. Joaninha foi à procura da movida madrilena e no meio da multidão, ela irá encontrar o seu mundo. Outrora patinho feio, hoje cisne branco como o cristal, corpo franzino e olhos brilhantes de excitação, joaninha voa pelas ruas da cidade. Com a mente sem névoas ela voa para o seu primeiro emprego, para a sua segunda casa. Tal como das outras vezes, o ninho ficou mais leve porque joaninha voou.
Pelas ruas de Madrid, ela voa sentindo a liberdade no rosto, olhando as montras com belos vestidos, sapatos e jóias que um dia serão dela, comprados por ela, com o dinheiro ganho por ela. Joaninha mulher, vivendo os primeiros minutos de liberdade e os últimos de menina. Daqui a umas horas será o primeiro dia, o lugar está lá à sua espera, dela apenas alguns saberão coisas miúdas, sem consequência.
Logo à noite quando joaninha regressar a casa, os pés doridos e o pescoço cansado, cairá na cama com o peito cheio de felicidade e a satisfação de que amanhã novo dia virá. Entre o cair na cama e o adormecer joaninha vai lembrar-se de levar uns sapatos com salto mais baixo, uma camisola menos decotada e as unhas impecavelmente pintadas de cor de carmim. E com os olhos semi cerrados joaninha ouve a voz do seu papá lá longe em Lisboa, e adormece com um sorriso nos lábios.

10/02/08

A Boda e os Bobos

Entre a capela da moda e a igreja do lugar eis chegado o Grande Dia. O cónego ou o senhor padre entra seguido dos seus acólitos. Os noivos aí estão no altar, e nas alas da bela Capela sussurram bem alinhados os devotos familiares. Ouvem-se cântigos modernos cantados por artistas a convite. Mais atrás, entre ateus e transeuntes estão os assistentes.
A missa vai avançando, os fiéis vão tateando e recuando nas respostas, porque já estão meias esquecidas, porque têm pouca convicção. De vez em quando, uma criança chora, os assistentes olham para o ar admirando os "frescos" que ainda, lá continuam, os vitrais também. "olha só, já viste que bonito?" pergunta a avó ao neto, "canta filho, que as músicas são tão lindas!". Mas o neto não as reconhece. Ainda se fossem cantadas pela Shakira.
O ritual continua, os homens olham para o relógio, senta, levanta "é agora?" pergunta um. Schh... diz outro. A celebração termina tímida e frouxa para os assistentes. Grandiosa e triunfante para o Dono da Casa e seus novos convidados de luxo.
Os Bobos lá vão embora, divertidos, cumprimentando e fantasiando pelo que se segue: o jantar requintado ou o almocinho para uns, sexo e fanfarra mais tarde para outros. As jóias, essas são de todos: uns ambicionam o lugar do noivo e outros acreditam no papel da noiva.
A imprensa do dia seguinte, diz que nunca houve tantas pessoas a assistirem à missa nas Igrejas portuguesas. Pena é que estejam um bocado enferrujadas!

27/01/08

Observatório

Os portugueses gostam de observar, devemos ter ficado com o hábito desde o tempo dos descobrimentos. Observar é um passatempo, é uma tarefa é mesmo uma função.
Num aeroporto observar as pessoas que passam é uma distracção com muita graça. Se for num aeroporto em Portugal, podemos distinguir as pessoas pelos códigos de compostura e de vestimenta. Aparecem as famílias todas vestidas de igual, trazem jeans, sapatos velas e camisolas azuis ou verdes. As famílias bem "comportadas" gostam de se fazer identificar por estes códigos. Tudo discreto para não dar nas vistas.
Observar como tarefa é uma arte, pois permite conhecer melhor o que supostamente faremos a seguir. O problema é que raramente fazemos. Estamos apenas a observar! Observamos o chefe que chega, o colega que remexe papéis, observamos no caminho e na chegada ao emprego. E divertimo-nos. Estamos sempre com o olho em alguém ou nalguma coisa. Observar é obra para nos ocupar o dia todo e em alguns casos uma vida. Eu observo para ver como é, não para fazer. Somos curiosos os portugueses.
Mas aquilo de eu mais gosto é da função de observador e do cargo de director do "Observatório". O Observatório é a jóia da observação. Tem valor, tem poder, podemos usar e ostentar. Em Portugal existem "Observatórios" para tudo e a equipa de trabalho é escolhida a dedo por aqueles que estiveram a observar na sua qualidade de tarefeiros do poder. Eu cá também tenho esta jóia, chama-se observatório do desemprego.

15/01/08

Jóias: A que preço?

Antigamente os homens tinham jóias em casa e davam jóias fora de casa. Umas eram amadas por estar em casa, as outras eram desejadas por estar fora de casa.
As duas eram jóias e não existindo nome diferente, as jóias não se confundiam - eram jóias!
Aquele que é simpático é uma jóia de pessoa: "O Sr. Dr. que Deus tem era uma jóia de pessoa, não desfazendo", assim falavam as antigas criadas que entretanto tinham sido umas jóias para o dono da casa.
Eu cá não sei, mas tenho para mim que isto deve querer dizer que um homem, novo, menos novo, moderno ou antiquado só deve comprar jóias para poder ter sempre uma jóia de reserva. Mas ao preço a que estão as jóias, o melhor é começar a investir directamente no ouro: o investimento é mais seguro e sempre se podem levar ao mercado.