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15/07/11

Um abraço ao Francisco

Monte Kilimanjaro, Tanzânia
Pela sua coragem e determinação, o Francisco conseguiu, e por ter chegado o ambicionado dia, outros poderão beneficiar. É bom ter amigos assim.

01/03/11

Hoje

o Delito de Opinião estende-me a passadeira vermelha. Um especial abraço à Ana Vidal e ao Pedro Correia.

06/09/10

George


Com um sorriso nos lábios e uma gargalhada interior. Aqui

31/07/10

Livre

Entrei ligeira e saí depressa, não com o ar cansado do costume mas com a andar leve e solto de quem está livre. Entrei no carro, rumei para sul e nunca pensei que a viagem me desse tamanho prazer. Olhei o mar, senti o cheiro, vi a liberdade no pranto, senti o suspiro, as lágrimas correram, e o meu corpo de pele escaldada finalmente, serenou. Voou em liberdade como só o preso deve conhecer e senti que, a partir de hoje não tenho direito a lamentos mas apenas a comemorações. Aos amigos que me acompanharam nestes últimos meses o meu muito obrigada!

30/04/10

Pedro e Paulo

Porque é mesmo verdade e nos últimos tempos tenho assistido ao que está escrito em baixo, não resisti e trouxe-o comigo do blog experimental. Desde já agradeço ao Vasco os textos e obras escolhidas com que nos brinda.

«Quando Pedro me fala sobre Paulo, sei mais de Pedro que de Paulo.»

11/02/10

Jasmins para a Ana V.

A Ana V. faz hoje anos e eu prometi-lhe uns jasmins. Aqui estão com um grande abraço de parabéns.

26/12/09

Esta casa faz dois anos

Obrigada, obrigada podem dar-me os parabéns que esta casa faz hoje dois anos. Um grande abraço a todos os que por aqui passam e fizeram desta casa o que ela hoje é. Quando iniciei este projecto há dois anos, o objectivo era construir um espaço onde me pudesse sentar tranquila com os meus pensamentos, as minhas graças, as minhas alfinetadas, as minhas músicas, as minhas jóias verdadeiras, de pechisbeque, de feira ou de leilão e deixar fluir o tempo. Um cantinho que a exemplo do meu espaço caseiro poderia ser um porto de abrigo. Hoje, ele é muito mais. É uma sala dentro da minha casa. É o lugar onde os amigos entram sem bater à porta e partilham a alegria, a tristeza, a sagacidade de este ou aquele argumento. Devo dizer que o maior elogio que me têm feito é o de ter sentido de humor, porque na verdade, essa é uma das qualidades que mais prezo na vida. Ser capaz de olhar para as pessoas e tirar o maior proveito da sua companhia com graça, sem preconceitos e com a certeza de que sem piada a vida seria absolutamente detestável. Mais uma vez obrigada e um grande abraço a todos.

13/12/09

Concurso de Natal

Este ano o Presépio tinha de ficar com esta jóia. O burro em faiança com olhar meigo e orelhas atentas aprecia o aconchego das palhinhas e aquece quem estiver por perto. Foi enviado com muita expectativa para o Concurso de Natal -2009 organizado pelo nosso Barbeiro residente Luís Novaes Tito. Mesmo sabendo que a concorrência é apertada, tenho confiança no meu burro e aguardo o prémio vencedor.

04/12/09

Mirtilos e ares da PresidentA, o meu final #1

... e o mirtilo sem graça, foi levado para a casa mais próxima, agasalhado e alimentado.
Passado uns dias, já com cor e cheiro que se sentisse, elegante e prazenteiro mirava ao seu redor. De longe a longe sonhava com os campos brancos e frios de neve. Entreabria os olhos e sem querer acordar ouvia o tinlitar dos sinos distantes. Do outro lado do vidro havia quem sonhasse com as estrelas em fantasia de jasmim, misturadas em mirtilos. Danças e amores em forma de rebuçado, tartes de açúcar e crocantes sons a acompanhar.
Mais valia o mirtilo fazer parte do tacho dos doces, pensava o olho envidraçado. E foi o que aconteceu no dia em que entre a dúvida e a consolação, o mirtilo viu o borbulhar da sua cor misturada com o açúcar e a colher de pau a rodopiar. A cor escura e elegante do fruto estava agora transformada em compota. Guardada em belos e elegantes frascos com rótulos aveludados pelas estrelas é adorado por todos e amado por muitos. O doce é hoje um dos preferidos do reino e não há princesa ou gambuzino que não o cobice aqui ou além-mar.

20/11/09

O teste da barata

Natalia Colection

Andam para aí umas pessoas com trolhas emprestados e com pronúncia do norte , mais aqueles que apresentam descaradas campanhas de marketing. Assim não dá! Proponho com este teste da barata, que me digam o que devo fazer.

16/11/09

Sabor de Maboque

Acabei de ler o "Sabor de Maboque" da Dulce Braga. A "cria" como ela lhe chama é o resultado de um tempo fora do tempo e da época em que tudo estava de pernas para o ar. Havia vários graus de pernas para o ar, mas o que é certo, é que no dia seguinte apesar da reordem estava tudo outra vez de pernas para o ar. Os dias passam a ser vividos um a um e este é o relato duma vida que a guerra amadureceu antes do tempo. O maboqueiro tem um fruto que eu desconheço, mas que este livro me ensina no seu cheiro. O detalhe da escrita da Dulce é um dos seus pontos fortes, bem como a urgência que transmite ao leitores. O ritmo do livro, também, por ser vivido hora após hora, permite interiorizar os sentimentos da adolescente, dos seus sonhos e até de alguma infantilidade posterior. A autora inicia o seu relato, recuando no passado até onde podia lembrar-se. A necessidade de passar ao leitor factos assinalados e reconhecidos contribui para uma melhor compreensão da narrativa. Transmite, no entanto, rapidamente para o visitante que entra na sua alma uma sensação de reconforto e irmandade. As experiências vividas naquele período da história de Portugal e suas ex-colónias, tem de ser compreendida e reposta aos olhos de todos nós. "Sabor de Maboque" consegue criar um sentimento de insegurança e desespero em que a rapidez do anoitecer é igual à necessidade de ter o amanhã de volta para outro dia ultrapassar. Se no início dos capítulos encontramos uma autora completamente brasileira, com o decorrer do tempo memorizado, o português assume a sua forma tradicional em frases e estilos da escrita. Voltando a ser sabiamente intercalado com o presente, este é um livro que só podia ser escrito pela Dulce Braga e nunca pela Dulce Tavares. A primeira vive hoje em paz e foi nos Braga que encontrou os momentos de tranquilidade para pegar no passado. A pequena Dulce que se preocupava com o Pedro Dias não tinha maturidade para o fazer. A pessoa transformada pela alegria de uma sociedade aberta e cheia de luz, fez dela uma mulher a par do seu tempo e refeita dos seus males escondidos. Esta é a autobiografia de um tempo não perdido mas achado. Parabéns Dulce!

09/10/09

Corrida para o Nobel da Paz

Barack Hussein Obama
Conforme eu escrevi aqui há uns tempos, Barack Obama seria um dos galardoados com o Prémio Nobel da Paz. Não antecipei, no entanto, que fosse o próximo. Está de parabéns o Homem que correu não só para a Presidência da América, mas para um lugar diferente no Mundo. A cor não interessa, eu própria já o defini como uma pessoa sem cor, no que respeita à essência do ser. Por outro lado se o Brasil comemora daqui a uns dias o "Dia da Consciência Negra", então deverá ser importante que ganhem muitos prémios Nobel e que cheguem ao poder muitos homens e mulheres de diferentes cores e raças. Parabéns, também, a todos os que entenderem que o prémio lhe era merecido, mesmo que a política ou a conveniência de interesses tivesse tido um lugar a dizer.

03/10/09

Pedi emprestado por uns tempos

Pedi emprestado ao Mike e à Ana Mestre, este belo poema de Ivone Carvalho. São Paulo é o mote, a cidade o meu destino durante os próximos tempos. Levo comigo as palavras e os desejos de quem ama a cidade.
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MINHA SÃO PAULO (Ivone Carvalho)
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São Paulo é terra querida,
Onde nasci e sempre vivi.
Sampa representa VIDA
O que pensar se encontra aqui.
Vila fundada por jesuítas
sem dúvida, a mais progressista
a mais moderna, a mais mista
Maior cidade da América Latina!
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Cidade das contradições,
das misturas, da cobiça,
da ambição, do romantismo,
da arte, cultura, dinamismo,
do estrangeiro é o destino,
também do gaúcho e mineiro,
do nortista e nordestino,
gente do Brasil inteiro!
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Terra da gastronomia,
das belezas naturais,
da natureza modificada,
da tradição, da instrução,
terra de todas as nações,
raças, cores, religiões,
do modernismo, do progresso,
da bela arquitetura, do sucesso.
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De arrojada engenharia,
da pressa, da correria,
do dinheiro, do investimento,
da garoa, dos alagamentos,
do céu estrelado, da lua cheia,
do arco-íris, da poluição,
do túnel sob o Pinheiros
da Ipiranga com a São João.
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Do trabalhador responsável,
do Tietê que já foi navegável,
do turista, dos imigrantes,
do trem dos estudantes,
da pobreza e da riqueza,
da insegurança, da esperança,
da droga, da geração saúde,
da ousadia, da pujança.
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Da Paulista, das Marginais,
dos qualificados profissionais,
do desemprego, da lisura,
dos aproveitadores, dos “espertos”,
da indústria da multa,do camelô,
das muitas linhas de metrô,
da Lapa, Ibirapuera, Jaguaré,
do Brás, Ipiranga, Tatuapé.
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Do Bexiga, Mooca, Liberdade,
do teatro, cinema, balada,
tem tudo nesta cidade!
O churrasco a qualquer dia,
quarta e sábado é feijoada!
chopp no bar ou calçada
pós o trabalho, no verão,
bate-papo em toda estação.
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De trânsito congestionado
É carro pra todo lado,
Ao paulistano irrita.
Da indústria e do comércio,
Sede de grandes congressos,
Da Festa da Aqueropita,
da Serra da Cantareira,
é a Capital altaneira!
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Tem Jardins e Alamedas,
Tem a Bolsa de Valores,
Terra da Sé, da Catedral,
Do Horto Florestal,
Do grande Memorial,
Dos Centros de Convenções.
Da Roosevelt e da Luz,
Que dos trens são estações.
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Tem o Pico do Jaraguá,
Templos de todas as crenças,
Tem tudo em que tu pensas
Tem o Arnesto e o Trem das Onze,
Tem o Sampa do Caetano
exposições no MASP todo o ano,
O pastel e os musicais,
Todas comidas regionais.
.
São Paulo tem tudo isso
E, garanto, tem muito mais!
quatro e meio séculos de vida,
onde o viver é corrida,
só nos falta, aqui, o mar!
desenvolvimento sem vírgula,
pois seu lema determina:
A cidade não pode parar!

02/10/09

O paraíso e a competência

Bom fim de semana
a todos!
Ilhabela, SPCompetência

28/09/09

Os portugueses "deitaram" em todo o país

Os portugueses deram o seu veredicto e disseram, que apesar de apoiarem o PS, não tinham a certeza que governos maioritários fossem a solução para governar com rigor e sem prepotência. O espectro da arrogância desapareceu e deu lugar a outros ouvidos. É uma boa solução, especialmente quando se esperava pouca convicção na orientação do voto.
Para o PSD é uma machadada bem acertada para quem não quis ajuda em campanha e acabou por ter de camuflar a verdade. Exige-se que a segunda maior força política se renove, que passe a viver com ideologia, que abandone as políticas de maldicência, típicas da calúnia e boatos de corredor. O PSD de Sá-Carneiro fundado pela ala liberal do tempo de Marcelo Caetano, preocupava-se em passar e viver com esses fundamentos. Hoje, foi consideravelmente penalizado a favor do CDS e nem o recém-chegado Paulo Rangel fez a diferença que Manuela Ferreira Leite antecipou com as eleições europeias. Espera-se, a bem da democracia, que limpe e areje as bases, as cúpulas e angarie novos militantes ou simpatizantes convictos.
O CDS deve o resultado a Paulo Portas e a Nuno Melo, o seu melhor deputado. Considero que é um dos vencedores da noite, veremos se não se considerará mais papista que Sócrates quando chegar o momento de analisar as propostas apresentadas na AR. Concluo com os cinco pontos que considero relevantes:
PS ganhou com maioria relativa ; CDS ultrapassou a barreira dos dígitos; PSD foi consideravelmente penalizado; Bloco de Esquerda não teve a percentagem aguardada; CDU manteve o seu lugar político.
Neste momento, penso que as forças políticas se encontram equilibradas como não se via há alguns anos. O espírito da revolução voltou e eu considero que é uma vantagem para Portugal, porque passamos de amorfos a gente que pensa e bem ou mal actua em conformidade. Muitos portugueses terão votado sem convicção e muitos em sentido contrário do que tinham feito em Junho. Se o fizeram, algo está mal, muitas coisas até, e essa foi a forma de o expressarem com confiança no futuro.

06/09/09

Entre marido e mulher não metas a colher

Há muito que não se via um casal tão unido como o José Eduardo Moniz e a Manuela Moura Guedes. Também devo dizer que nunca vi o jornal da TVI a não ser nos apontamentos publicados nos blogues ou através do YouTube. Parece-me no entanto, que a saída de Moniz levaria mais tarde ou mais cedo ao afastamento de MMG pela simples razão de que ela só era subdirectora e tinha linha de acção para dizer e fazer o que lhe apetecia, não por ser uma jornalista séria, mas porque quem mandava na estação era a dupla marido e mulher. Quem não sabe isto deve andar muito distraído porque sempre assim foi. Por acaso, a jornalista tem talento suficiente para alguma estação televisiva ou é apenas mais uma forma de entretenimento para entrevistas e audiências? E alguém é ingénuo para acreditar que a Prisa a deixaria continuar com o estilo abusivo com que conduzia a informação e a falta de integridade jornalística com que abordava os temas ao abrigo da verdade? Pois aí está, parece que a política da verdade passou a cobrir melhor os noticiários desde que os dois retomaram o mesmo espaço.
Eduardo Moniz, sempre estimado pelos colegas, disse que não via razão para que MMG também saísse da TVI. A relação marido e mulher e não dois jornalistas que por acaso são casados um com o outro, privilegiou o alinhamento do Jornal Nacional. É pena porque passou a vitimização nacional e argumento contra o partido do governo, nomeadamente, contra José Sócrates que ao esquecer que "não podia morder o cão", ajudou o par na sua mediatização, e aumentou as hipóteses de reemprego para Moura Guedes dando trunfos à oposição. Uma chachada duma salgalhada numa altura em que o país o que menos precisava era de mais distracções eleitorais. Assim sendo, diz lá agora Manela, quanto é que tu ganhas com esta ajudinha à partidite.

31/08/09

O caroço nacional

Somos, duma forma geral um povo sisudo e sempre a olhar para o lado com medo do que os outros pensam. Por isso, criticamos os sempre em festa, detestamos os que andam nas revistas cor de rosa porque só podem ser fúteis e colocamos os estrangeirados de lado porque fogem à tradição dos costumes. Nada pior que um povo mal humorado, sem auto estima, sempre a lamentar o passado, o presente e o futuro. Somos assim! Eu não fujo à regra, ultimamente mais vezes do que gostaria. Ter sentido de humor em Portugal é também saber viver com pouco e ter de aturar muita safadeza. Daí, que nas poucas oportunidades em que se nos apresenta um grupo animado e nos deixamos levar, saímos contentes, satisfeitos e a pensar que devíamos fazer festa mais vezes. Por isso gostamos dos brasileiros que são barulhentos e divertidos e logo a seguir desconfiamos porque "muito riso pouco siso" já dizia a nossa avó e "o pobre desconfia de muita fartura". E nós pequeninos, encolhidos aqui no cantinho da Europa, sempre a olhar para o mar, sempre a imaginar conquistas e travessias, corridas e além-mar desejados, de costas viradas para o inimigo que antigamente nos ensinaram ser a Espanha em primeiro lugar e logo a seguir o resto da Europa, olhamos e voltamos a olhar e sonhamos e não fazemos. Propomos programas de intenções mas as reformas fazem-se por acções. E acções dão trabalho e requerem liderança e nós gostamos de pensar o que poderia ser se, se , se! Infelizmente as novas gerações crescem sem eira nem beira, os velhos estão mais velhos e os novos caminham para velhos. Somos no fim de contas um país da meia idade. E a meia idade tem muitas crises de menopausa e de andropausa escondida que nem mesmo as cirurgias plásticas e as depilações definitivas conseguem esconder.
Há dias, numa festa animada em que o aniversariante fazia uns belos e dinâmicos 80 anos perguntei como mantinha a jovialidade. Com 16 adjuntos, duas empresas para gerir, vários clientes por semana para visitar e um número razoável de quilómetros por ano ao volante, era a receita. E nas férias para não ficar estúpido, para além dos jornais e revistas para ler junta os seus clássicos. Está lá tudo, não precisa de ler outras coisas, diz este homem que até podia ter mordomias na fruteira. Ter oitenta anos e conseguir juntar quatro gerações à sua volta, ter uma assembleia de gente de várias idades a cantar e dançar pela noite fora é obra das pessoas alegres que matam os dissabores juntando gente divertida à sua roda. Por outro lado, anda por aí uma rapariga a atirar caroços a muita gente, já que aparece em tudo o que é sítio. Mas, senhores tenhamos dó da moça, ela tem apenas 22 anos, está a acabar um mestrado e tem dois programas de televisão, faz campanha por partido e é um bom partido para a publicidade. É jovem, morena e ingénua no faz de conta. Oxalá tenha mais juízo e saiba escolher frases mais normais daqui para a frente. De qualquer forma, ela está apenas ao nível da outra senhora que disse um dia que o contrário de estar vivo era estar morto, e essa que tem idade para ser avó da descaroçada continua desmiolada e esvoaçante. Desde que a coisa não contagie, esta é diversão nacional com a qual podemos bem. O preocupante é a parte da retoma e o fim da recessão técnica anunciada pela jovem cabeça de vento aos colegas com a mesma idade e que vão votar no próximo dia 27. É a crise no ramalhete e na cesta!

16/08/09

Coração de Ouro

Um muito obrigada à Lisa por este coração dourado em forma de selo galardão.


Passo à Ana Paula e deixo para daqui a uns dias os nomes de mais alguns. Pode ser?

12/08/09

Vale a pena ficar de olho nesse blog!

Recebi há dias esta bonita distinção da Luz . Logo depois, foi o Carlos que me encheu de mimos em forma de selo. Aos dois um grande abraço.
Passo a todos os amigos cujos links se encontram ali do lado direito, alguns de férias, outros bisbilhotando e comentando e ainda os que estão a fazer horas mas não enganam :)
As regras dizem que devo nomear dez e continuar esta cadeia. Vou escolher os que andam em descanso, outros que enviam mensagens por garrafa, outros que estão em terras brasileiras e ainda os que tentam acompanhar o ritmo dos restantes.
Aqui vai:

Brites ,que ainda não tem blogue mas já deu para ver as suas bicadas.

RAA, pela sua habilidade em manter um blogue dentro do blogue.

Mike, que de vez em quando decide fazer fazer horas para comprar cigarros e Desconversar.

Luz, pela sua alegria e um Cantinho no seu coração a todos os que dele necessitam.

Fugidia, que reabriu as portas do seu Esconderijo com muitos amigos a espreitar.

Lisa, que me tem vindo visitar lá de longe com as suas Inquietações.
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Bacouca, que tem dado um divertido e precioso contributo às crónicas e passatempos de Verão.

Luísa que nos seus percursos capta imagens de Nocturno.

Si que nos envia bottle messages para levarmos até si.

Rita que nos deu o Walter para completar e traduzir no risco o que nós tentamos fazer com o teclado.

27/07/09

Reconhecido mérito...

Parabéns em primeiro lugar ao Carlos o nosso organizador oficial da Silly Season 2009. Os blogues são divertimento e partilha de interesses para além da seriedade que se impõe alguma das vezes. Nesta época do ano tudo vale e nada fica mal e passar as férias a falar de política seria "um saco".
Assim, faço minhas as palavras do organizador, participem e divirtam-se com ou sem blogue. Passo, então aos agradecimentos formais. Muito obrigada, ao júri. Quero dedicar a todos os amigos desta casa a medalha de prata no tema Memories, à minha família - não esta parte não pertence aqui, estava só a treinar para o dia do Óscar- a todos os que tiverem a gentileza de ler e divulgar e estendo um abraço à Luz que teve a medalha de ouro e ao Paulo que teve a de bronze. Estivemos todos no podium do Rochedo. E quanta honra, como disse a primeira e que eu subscrevo.
E como podia deixar a categoria Summertime de parte sem dar os parabéns à Maria que ficou em primeiro lugar e à Lúcia que ficou em terceiro. E ao Mike, que ficou em segundo porque como é malandro foi ao google, não se livrando agora de participar activamente com as suas prosas revelação. E como a temporada ainda vai no início, dei instruções ao Carlos para o colocar no trio que vai constituir a minha equipa. A Luz é a senhora que se segue e foi escolhida para fazer parte do trio dos malandros.
Como diz o outro Oscar o homem gosta de sacanagem e lá em Vitória também há ondas e mar.